Deus é alegria. Uma criança é alegria. Deus e uma criança têm isso em comum: ambos sabem que o universo é uma caixa de brinquedos. Deus vê o mundo com os olhos de uma criança.Está sempre à procura de companheiros para brincar.
Rubem Alves
segunda-feira, 21 de abril de 2008
OUTONO!!! Teve salada de frutas...
domingo, 20 de abril de 2008
PÁSCOA NA ESCOLA !!!
DIA DO CIRCO !!!
CARNAVAL 2008!!!
EQUIPE DE TRABALHO!!!
sexta-feira, 18 de abril de 2008
TIA PAULA !!! "EDUCO PORQUE AMO."
TIA GÉLI !!! "EDUCAR É SEMEAR COM SABEDORIA E COLHER COM PACIÊNCIA."(Augusto Cury)
TIA ADRIANA!!! "Educar pequenas estrelinas , para que possam brihar sozinhas no futuro."
O dinheiro encurtou, o endereço novo é longe demais ou, simplesmente, a escola não está atendendo as suas expectativas. As razões podem ser muitas, mas o clima de apreensão na hora de mudar o filho de escola quase não varia. Será que ele vai se adaptar? Para as crianças mudar de escola não significa apenas ir para outro colégio, mas sim mudar de amigos, de professores e principalmente de ensino, uma vez que cada escola tem um método diferente de ensinar. Para as crianças menores, o começo em uma nova escola parece tão estranho como a primeira vez em que ela foi deixada no berçário. Algumas se sentem abandonadas, ficam com medo de que a mãe não volte para buscá-las no fim do dia. Nessa hora, o importante é não exigir que ele se afaste das outras coisas de que gosta. Entre os mais novos, por exemplo, não é hora de tirar a chupeta ou trocar a lancheira. É preciso dar um tempo para que o estranhamento inicial passe. A participação ativa de professores e coordenadores é ainda mais importante nessa fase, para que o aluno se sinta em casa. Este acompanhamento é fundamental nessa fase de transição. Com relação às crianças mais velhas, se não conseguirem se adaptar procure a escola e converse sobre isso. O próximo passo é fazer um diagnóstico: o problema é dele ou da escola? Só mude de colégio se o problema for da instituição - muitas crianças e adolescentes usam o colégio como desculpa. Além de não ser nem um pouco educativo, isso reforça nele uma arrogância. Não existe melhor fase para mudar o filho de escola, se não houver problemas, ele pode passar toda a vida escolar no mesmo lugar. A troca é necessária quando a escola não está atendendo às expectativas do aluno ou dos pais, ou quando o estudante não se adaptou a uma característica específica da escola, como a religião, o método ou o grau de exigência. As mudanças menos traumáticas são as ocorridas depois que o aluno acabou um ciclo e está passando para outro. Por exemplo: 1ª, 5ª e 8ª séries do ensino fundamental e 1º ano do ensino médio, são começos de ciclos diferentes. Além de iniciar uma nova etapa escolar, o aluno não sente tanto a mudança porque há muitos outros colegas passando pelo mesmo processo. Rafaela Rosas http://guiadobebe.uol.com.br/bb5a6/meu_filho_vai_mudar_de_escola_e_agora.htm
A importância da pré-escola
Alfabetização a princípio significa o domínio da leitura e da escrita, mas esse domínio é na verdade a conclusão de um longo processo. Para que uma criança seja alfabetizada, é preciso que ela passe antes por uma série de etapas em seu desenvolvimento, tornando-se então preparada para a aquisição da leitura e da escrita. Essas etapas compõem a chamada "fase pré-escolar" ou "período preparatório". O processo de alfabetização, é bastante complexo para a criança, por isso a importância de se respeitar o período preparatório, que dará a criança o suporte necessário para que ela prossiga sem apresentar grandes problemas. Uma criança sem o preparo necessário, pode apresentar durante a alfabetização, dificuldades relacionadas à coordenação motora fina e à orientação espacial, não sabendo por exemplo, segurar o lápis com firmeza, unir as letras enquanto escreve, ou como posicionar a escrita no papel. Pode ainda ter problemas para identificar os fonemas e associá-los aos grafemas. Também é possível encontrar crianças que só sabem copiar textos, e durante um ditado, não conseguem escrever. Podemos falar também sobre as dificuldades de interpretação de texto, de compreensão, de raciocínio lógico e ainda nas dificuldades emocionais. Complexos de inferioridade, insegurança, medo de situações novas, medo de ser repreendida, medo de errar, de não corresponder às expectativas dos pais, apatia, indiferença ou indisciplina e revolta, problemas de socialização, baixa auto-estima, e outros. O período propício para a alfabetização é entre os 6 ou 7 anos. Segundo Freud, é a chamada "fase latente", quando a criança já não tem mais interesses relacionados à descoberta do próprio corpo e do sexo oposto, bem como suas relações, e pode ter toda a sua atenção voltada para a aprendizagem por que esses interesses só voltam a se manifestar na puberdade. O processo de alfabetização pode chegar à 2 anos dependendo da maturidade, do preparo, do ritmo da criança e do quanto foi estimulada. Este é o período adequado para que a criança tenha completo domínio da leitura e da escrita, havendo a necessidade daí por diante do aperfeiçoamento da ortografia, da gramática e a estimulação constante da compreensão, interpretação e produção de textos. Além de tudo isso, uma boa alimentação, boa saúde, tempo de sono respeitado com horários regulares e um ambiente de tranquilidade, segurança e amor entre a família, intergração entre a família e a escola, facilitam muito a superação do período de alfabetização com bastante êxito. Falando agora do período preparatório, precisamos levar em consideração que para ser alfabetizada, uma criança precisa antes de tudo ter uma auto-estima elevada, precisa estar bem emocionalmente, ter segurança e auto-confiança, para poder enfrentar as dificuldades que o processo de alfabetização irão lhe impor. Além disso, a criança precisa apresentar características de socialização. Seja qual for o seu temperamento, ela deve saber se portar em grupo, respeitar as pessoas, saber quais são seus limites, ter disciplina, estabelecer boa comunicação, ir aos poucos adquirindo independência e responsabilidade, saber ganhar e saber perder, ter boas maneiras, etc. Depois disso, a criança deve apresentar um bom desenvolvimento motor e dominância lateral definida. Isso significa que ela deve brincar muito, exercitar-se através de jogos e brincadeiras que estimulem as percepções sensoriais (gustativa, olfativa, visual, tátil e auditiva). Deve dominar seus movimentos corporais com habilidade e segurança, deve conhecer seu corpo, seus limites, ter postura, equilíbrio, reflexos e raciocínio lógico bem desenvolvidos. Por isso a importância das, brincadeiras de rua, de jogar bola, andar de bicicleta. rolar na grama, brincar com areia, nadar, correr, pular, etc. Isso é o que chamamos de coordenação motora global. O próximo passo, é o desenvolvimento da coordenação motora fina. A criança se desenvolve nesse sentido quando desenha ou pinta com todos os tipos de lápis, pincéis, quando usa tesouras ou quando pinta com os próprios dedos. Quando rasga, amassa ou pica papéis, quando brinca com jogos de encaixar e montar, enfim, são atividades que limitam-se mais ao uso das mãos, associadas ao raciocínio, à percepção sensorial e à concentração. Também são pré-requisitos importantes o desenvolvimento da capacidade de concentração, o desenvolvimento da memória e do raciocínio lógico e abstrato. Estes podem ser aprimorados com brinquedos e programas educativos, músicas, histórias, filmes infantis, livros, conversas informais, e tantas outros recursos. Toda e qualquer atividade estimula o cérebro, e quanto mais estimulado, melhor é o desempenho da criança em todo o processo de aprendizagem. Além de tudo isso a criança precisa sem dúvida apresentar bom desenvolvimento físico e boa saúde. Por causa de todo esse aprendizado é importante que as crianças frequentem a pré-escola. Os pais devem estar atentos quanto a escolha de uma, por que muitas não tem a aprovação da secretaria de educação do município. São as conhecidas escolas de "fundo de quintal", onde não existem os recursos necessários para todo o desenvolvimento do período preparatório. Uma boa pré-escola deve: ser aprovada pela secretaria de educação ser devidamente regularizada e fiscalizada ter amplo espaço externo, com variedade de recursos para recreação ser limpa e organizada ter salas adequadas para idades diferentes, que devem ser limpas, arejadas, amplas e decoradas para melhor estimulação ter recursos pedagógicos variados e organizados: brinquedos, jogos, ambientes de estimulação, atividades extra-curriculares ter professores experientes formados em magistério e/ou pedagogia ter cozinha e refeitório limpos e amplos ter funcionários para limpeza: cozinha e secretaria apresentar planos pedagógicos organizados e coerentes com as idades das crianças ter atendimento e boa comunicação com os pais Muitas pré-escolas se preocupam somente com a alfabetização da criança, mas é muito importante que a pré-escola se preocupe primeiramente com o desenvolvimento do período preparatório, com a estimulação de todos os pré-requisitos que já descrevemos. A escola não deve pular as etapas do desenvolvimento, isso é extremamente prejudicial e trará consequências futuras para a criança, nas áreas pedagógica, emocional ou social. Para ser alfabetizada, uma criança precisa estar madura em todos os sentidos, pois o processo de alfabetização apresenta novas etapas, e a criança deve estar preparada para vencê-las. É importante ressaltar que pré-escola não é um “depósito de crianças”, onde as crianças ficam para que os pais possam trabalhar. A pré-escola tem um papel importantíssimo no preparo da criança para a alfabetização e deve cumprir este papel com competência. É o início da formação da criança, é onde ela vai ter o primeiro contato com o processo de aprendizagem, que será a base para todos os anos de escola que ela terá no futuro. Esse contato deverá ser agradável e prazeroso, para que não gere traumas futuros. No período preparatório, a família e a escola devem caminhar juntas, auxiliando uma à outra mutuamente. A família deve estimular a criança, ajudá-la com as tarefas, participar das reuniões, estar em contato com os professores, interessar-se pela vida escolar da criança. Para finalizar, a escolha de uma pré-escola, não é tarefa fácil, por isso os pais devem pesquisar muito, conhecer o maior número possível de pré-escolas, levando em consideração não só as suas expectativas em relação à escola, mas principalmente as da criança, procurando por uma boa escola, que seja adequada às necessidades dos seus filhos, que ofereça bom ambiente e bons serviços. É importante lembrar que a pré-escola é o começo da longa caminhada escolar de seus filhos, por isso, deve ser um bom começo, que proporcione alegria e satisfação para a criança, afinal... “a primeira professora a gente nunca esquece.” Katia Ferreira LimaPedagoga, Pós-graduanda em Psicopedagogia http://guiadobebe.uol.com.br/bb5a6/a_importancia_da_preescola.htm
Como preparar a criança para o primeiro dia de aula?
Tudo pronto para o tão esperado primeiro dia de aula. A ansiedade toma conta não apenas da criança, mas principalmente dos pais e é aí que está o "xis" da questão. A entrada da criança na escola costuma gerar sentimentos contraditórios nos pais, apesar de estarem conscientes da escolha feita e orgulhosos por mais uma etapa que se inicia. "A cobrança de que a mãe deva estar por perto dos filhos todo o tempo é muito grande na sociedade e, por mais racional que tenha sido a escolha, haverá momentos em que a angústia irá dividi-la", detalha a psicóloga carioca Fernanda Roche. A criança, em meio a este cenário, também pode alternar a vontade de estar entre outros colegas em um espaço lúdico e rico em materiais e novas descobertas e o medo do desconhecido. É neste momento que ela observa, atentamente, as atitudes dos pais para ter alguma referência sobre como deve se comportar. "Toda a família deve se preparar para a fase de adaptação, que pode durar poucos dias ou se prolongar por mais algum tempo", diz Fernanda. A psicóloga elaborou algumas dicas que poderão auxiliar os pais em mais esta etapa do crescimento dos filhos. Confira! • A criança deve ser incentivada a ir à escola. A família deve falar deste assunto com animação• Devem ser evitadas longas explicações que possam gerar insegurança ou desconfiança• É fundamental levar a criança para conhecer a escola antecipadamente e deixá-la se ambientar durante algum tempo, à vontade• É preciso tomar cuidado com as mensagens contraditórias como, por exemplo, oferecer recompensas pela ida à escola, tratá-lo como "coitadinho" por estar tendo que acordar cedo para ir à escola• Os pais precisam conseguir um tempo flexível para ficar na escola durante o processo, de acordo com a orientação da coordenação pedagógica. Havendo revezamento entre os pais, ou se precisarem contar com a ajuda de outra pessoa, ela deve ser muito familiar à criança e deverá estar a par das orientações da escola quanto ao período de adaptação• Será preciso que compreendam que o choro na hora da separação é muito comum e que ele não significa necessariamente que a criança não queira ficar na escola• Da mesma forma, a ausência de choro muitas vezes também não quer dizer que ela não esteja sentindo a separação• Evitar comentários sobre as atitudes da criança na sua frente• A criança deve ser levada caminhando e desta forma ser entregue à professora. É sempre mais difícil sair do colo de alguém conhecido• Mais adiante, será preciso incentivar a criança a ficar na creche, dizer sinceramente que estão indo embora e explicar quem virá buscá-la Desta forma, ela vai conseguindo ganhar confiança de que voltará normalmente para casa• É preciso que procurem ser carinhosos, mas firmes, sem demonstrar dúvidas sobre se ela vai ficar bem• Os pais devem despedir-se naturalmente e nunca sair escondidos. A criança fica muito desconfiada e insegura com esta atitude• É muito importante, ainda, que os pais se lembrem de que cada criança é única e que cada período de adaptação será também único e individual. Evite fazer comparações entre a adaptação de coleguinhas ou irmãos• Em casa, organizar a rotina de forma que a criança não se sinta apressada para sair para a escola, tirando-lhe parte de seu prazer• Incentivá-la a organizar um espaço para guardar os pertences da escola, assim como uniformes e merendeiras• Organizar um espaço de estudo tranquilo e individual• Combinar um horário de estudo com a criança (quando houver) • Dar atenção aos deveres de casa de um filho é muito importante. Desta forma, os pais saberão o que a criança está aprendendo e terão mais uma oportunidade de troca com ela• Será muito útil perguntar as novidades na volta da escola, ajudando a fixar os aprendizados e as novas descobertas• Quando a criança levar lanche, incentivá-la a ajudar a preparar seu lanche ou a escolher entre algumas poucas opções. http://bebe2000.com.br/bebe-1-a-3/educacao-e-bem-estar/primeiro-dia-de-aula/
INFORMATIVO 03 !!! ORIENTAÇÔES PARA O PROFESSOR
Ø Dê tempo e espaço para a criança fazer coisas para si mesma. Ø Dêem-lhe jogos para elas usar as habilidades motoras que envolvam pular, jogar bola, etc. Ø Deixe-a colocar líquidos de uma jarra para um copo. Ø Providencie uma variedade de materiais e atividades para usar enquanto você a acompanha. Ø Responda todas as perguntas sobre para que as coisas são e como elas funcionam. Ø Providencie experiências inéditas para a aprendizagem. Ø Repita experiências freqüentemente. Criança não aprende fazendo alguma coisa só uma vez. Ø Reforce idéias acuradas da criança e percepções com palavras: “Você está certo, nós precisamos de mais uma colher na nossa mesa”. Ø Escute-a. Ø Comece a ler livros de histórias com enredo simples e ensine-lhe cantigas com letras mais simples. Ø Mostre-lhe que você a ama e confia nela. Ø Responda a suas ofertas de amizade. Mostre constantemente que você gosta dela. . Ø Deixe-a ajudar em atividades reais, como limpar. Ø Agradeça-lhe e elogie a sua ajuda. Ø Aceite os fortes sentimentos de companheiros imaginários ou medo de coisas imaginárias ou reais. Não brinque com esses sentimentos. Ø Não chame sua atenção em público, e sim a chame num lugar isolado. Ø Não use palavras de ironia quando lhe chamar a atenção: “Larga de frescuras”. “Isso é coisa de mulherzinha.”. Ø Jamais use a palavra: BEM FEITO, PROBLEMA É SEU; EU NÃO SOU SURDA; CALE A BOCA e assim por diante. Ø Evite sempre usar de gritos para obter disciplina, é melhor tirar o aluno da classe porque muitas vezes apavora aqueles que não tem nada haver. Ø Prestar a atenção nos horários para não haver tumulto na hora dos alunos guardarem seus materiais como agenda, tarefas. Ø Ajude os alunos a fazer as atividades de classe dando –lhe apoio, sentando ao seu lado com a intenção de superar as dificuldades. Ø A QUALIDADE DAS ATIVIDADES É MELHOR QUE A QUANTIDADE JÁ QUE PRECISAM DE TEMPO PARA REALIZAR AS COISAS. Ø Quando um grupo termina a atividade não permita que fiquem desocupados dê algo para preencher o tempo enquanto você ajuda os que estão com dificuldades. Ø Quando há choro tanto de birra quanto de insegurança a criança precisa de uma relação afetiva forte, alguém que abrace com firmeza, falando-lhe suavemente, dando-lhe oportunidade de se acalmar. Agredir ou ceder a seus caprichos, não ajuda. Ø TUDO ISTO SE RESUME EM TER MUITA PACIÊNCIA, COMPREENÇÃO, ACEITAÇÃO, POIS SÃO APENAS CRIANÇAS.
INFORMATIVO 02 !!! SETE HÁBITOS DOS BONS PAIS E DOS PAIS BRILHANTES
1 – Bons pais dão presentes, pais brilhantes dão seu próprio ser. Os pais que vivem em função de dar presentes para seus filhos são lembrados por um momento. Os pais que se preocupam em dar a sua história aos seus filhos se tornam inesquecíveis. Mesmo que você trabalhe muito, faça do pouco tempo disponível; grandes momentos de convívio com seus filhos. Role no tapete, brinque, sorria, solte-se. Deixe seus filhos participarem de sua vida. Chorar e abraçar são mais importantes do que dar – lhes fortunas ou fazer – lhes fortunas ou fazer – lhes críticas.
2 – Bons pais nutrem o corpo, pais brilhantes nutrem a personalidade. Bons pais cuidam da nutrição física dos seus filhos com alimentos saudáveis. Pais brilhantes a personalidade precisa de uma excelente nutrição psíquica enriquecendo a inteligência e a emoção. Pergunte sempre a seus filhos: “O que está acontecendo com você?”, “Você precisa de mim?”. De que adianta ter um corpo saudável se são infelizes, instáveis sem proteção emocional, fogem de seus problemas, têm medo das críticas, não sabem receber um não. Demonstre força e segurança aos seus filhos. O verdadeiro otimismo é construído pelo enfrentamento dos problemas e não pela sua negação.
3 – Bons pais corrigem erros, pais brilhantes ensinam a pensar. Não sejam peritos em criticar comportamentos inadequados, seja um perito em fazer seus filhos refletirem. As velhas broncas e os conhecidos sermões definitivamente não funcionam só desgastam a relação. Dizer “faça isso” ou “faça aquilo”, sem explicar as causas, sem estimular a arte de pensar, produz robôs e não pessoas que pensam. Surpreender os filhos é dizer coisas que eles não esperam, reagir de modo diferente diante dos seus erros, superar as suas expectativas. Se você quiser causar um impacto enorme no universo emocional e racional dos seus filhos, use de criatividade e sinceridade.
4 – Bons pais preparam os filhos para os aplausos, pais brilhantes preparam os filhos para o fracasso. Pais brilhantes preparam os filhos para enfrentar suas derrotas.Alguns não venceram porque não tiveram paciência para suportar um não, porque não tiveram ousadia para enfrentar algumas críticas, nem humildade para reconhecer suas falhas. Pais que não tem coragem de reconhecer seus erros, nunca ensinarão seus filhos a enfrentar seus próprios erros e a crescer com eles. Pais que não revelam seus temores terão sempre dificuldade de ensinar seus filhos a ver nas perdas, oportunidades para serem mais fortes e experientes.
5 – Bons pais conversam, pais brilhantes dialogam como amigos. Conversar é falhar sobre o mundo que nos cerca; dialogar é contar experiências, é segredar o que está oculto no coração. Devemos adquirir o hábito de nos reunir pelo menos semanalmente com nossos filhos, para dialogar. Devemos dar-lhes liberdade para que possam falhar de si mesmo, das suas inquietações e das dificuldades de relacionamento com os irmãos e conosco, seus pais.O diálogo é insubstituível. Os comportamentos inadequados muitas vezes são clamores que imploraram a presença, o carinho e a atenção dos pais. O maior desejo dos pais deveria ser que seus filhos fossem seus amigos.
6 – Bons pais dão informações, pais brilhantes contam histórias. Cativem seus filhos pela sua inteligência e afetividade, não pela sua autoridade, dinheiro ou poder, Os pais que são contadores de histórias não têm vergonha de usar seus erros e dificuldades para ajudar os filhos a mergulhar dentro de si mesmos e encontrar seus caminhos. Não grite, não agrida, não revide com agressividade. Você pode ensinar muito falando pouco. Pais brilhantes estimulam seus filhos a vencer seus temores.
7 – Bons pais dão oportunidades, pais brilhantes nunca desistam. Devemos nos comportar como o pai do filho pródigo. O filho desistiu do pai, mas o pai nunca desistiu do filho. Antigamente os pais eram autoritários; hoje, são os filhos. Os filhos se comportam como reis cujos desejos têm de ser imediatamente atendidos. Em primeiro lugar, aprenda a dizer “não” para seus filhos sem medo. Se eles não ouvirem NÃO dos seus pais, estarão despreparados para ouvir NÃO da vida. Em segundo lugar, quando disserem NÃO, os pais não devem ficar cedendo a chantagens e pressões dos filhos. Em terceiro lugar, os pais têm de deixar claro quais são os pontos a serem negociados e quais são os limites inegociáveis.Se os pais incorporarem os hábitos de contrariar, colocar limites e dizer NÃO aos seus filhos; os resmungos, as birras, as crises deles não serão destrutivas, mas construtivas. Para educar precisamos aprender sempre e conhecer na plenitude a palavra paciência. Quem não tem paciência desiste, quem não consegue aprender não encontra caminhos inteligentes.
Bibliografia: Pais Brilhantes, Professores Fascinantes. Autor: Augusto Cury. Editora: Sextante, 2003.
INFORMATIVO !!! COMO AJUDAR SEU FILHO NA ESCOLA.
(Dicas para melhorar o desempenho escolar).
Educação é o bem mais precioso que os pais podem dar aos filhos, pois é a base sólida que pode torná-los adultos bem-sucedidos na vida. A escola tem um papel decisivo, mas, por melhor que seja e por mais dedicação que os professores tenham, a atenção individual que pode dar aos alunos é limitada. Assim, os pais não podem esperar que a escola seja responsável por toda a formação da criança. Para obter êxito nos estudos, a participação ativa dos pais no processo de aprendizagem dos filhos é imprescindível, pois são esses que exercem a maior influência sobre á vida das crianças. E como os pais podem ajudar seus filhos nos estudos de forma a terem sucesso na profissão e na vida? O primeiro passo é demonstrar interesse na educação. Se os pais não dão importância, porque ela deveria dar? O estimulo positivo para a necessidade dos estudos em todos os aspectos da vida e a valorização da aprendizagem são exemplos poderosos que contribuirão decisivamente para o êxito de seu filho na escola. O segundo passo é conhecer algumas regras importantes a serem seguidas para ajudar a criança a adquirir bons hábitos, competências positivas e habilidades que as destaquem nas atividades escolares.
FALE COM SEU FILHO Se a criança não escutar as conversas e não for estimulada a responder e a participar, terá maior dificuldade para aprender a ler, prestar atenção no professor e participar ativamente na sala de aula.
ESTIMULE A LEITURA A leitura é a chave de ouro da aprendizagem durante toda a vida, além de ajudar no desenvolvimento da criatividade. Toda a leitura é fonte de conhecimento, e uma das coisas mais importantes que os pais podem fazer é criar o hábito desde a mais tenra idade.
CRIANDO BONS HÁBITOS DE ESTUDO EM CASA Faça seu filho entender que as lições de casa são muito importantes para um bom desempenho na escola, e que nesse ponto você não faz concessões, mas crie condições para que as horas de estudo não se transformem em um pesadelo. Determine regras a serem seguidas para os deveres escolares em casa e seja firme em fazer seu filho cumpri-las. Se você faz concessões em um dia e em outro não, ele não dará valor à disciplina. Faça-o entender que ele é o responsável pelos resultados que obtém, tanto positivo como negativos, mas que você é responsável por ele, portanto, é seu dever fazer com que ele estude. Determine o horário de acordo com o período em que seu filho vai à escola, mas, de preferência que não seja à noite, antes de dormir. Também não deixe para o momento em que a família vê televisão. Não permita que ele faça as lições vendo TV, escutando música ou interrompendo para falar ao telefone. Também não permita que outros adultos atrapalhem o horário dos estudos em casa. Ajudar a fazer o dever de casa não significa fazer as lições para seu filho. Acompanhe-a nas tarefas, esclarecendo dúvidas.Estimular a criança a resolver os problemas sozinhos é demonstrar confiança nela. Se perceber dificuldades, procure a escola. Ensine seu filho a realizar as tarefas com método. Ler, entender e revisar são as fases para realizar as tarefas corretamente. A criança deve ter um lugar especial para resolver as tarefas. Se ela divide o espaço com os irmãos, estabeleça horários diferentes para cada um, ou mantenha-os afastados neste horário. Não espere nem exija sempre a perfeição de seu filho, mas elogie sempre que os resultados forem bons. Não faça críticas negativas, mas construtivas. Garanta que seu filho não perca aulas sem motivos fortes. Se você acompanhar as lições de casa, saberá se seu filho tem alguma dificuldade. A escola deve ajudar a descobrir as causas do mau desempenho e poderá auxiliar nas medidas a serem tomadas no ensino.
COMO SE RELACIONAR COM A ESCOLA Para acompanhar os estudos de seu filho na escola, é importante manter um relacionamento constante com os professores. Lembre-se de que os pais são tão responsáveis quanto os professores pela educação da criança. Participe das reuniões de pais e mestres. Participe das atividades da escola comparecendo às comemorações e atividades abertas aos pais e nunca deixe de estar presente se seu filho fizer alguma apresentação individual ou coletiva. O interesse dos pais é o que dá aos filhos a medida da importância dos estudos e dele. Se a família estiver enfrentando algum problema, fale com o professor para que ele possa ajudar se o comportamento da criança mudar de padrão.
EVITE CRITICAS GRATUITAS Muitos pais querem proteger os filhos e acreditam que os problemas são sempre dos professores, nunca dos filhos. Evite fazer críticas sem antes conversar e ver o que está ocorrendo. Não defenda seu filho automaticamente se o professor o advertir por um motivo. Escute o outro lado da história, mas, se a reclamação for justa, seu filho deve enfrentar as conseqüências. Se seu filho fizer muitas críticas, não adote a posição de achar que ele sempre está errado e o professor sempre certo.Se você achar que seu filho pode ter razão, solicite uma reunião com o diretor da escola.
Bibliografia: Projeto editorial e editoração eletrônica: Editora Garçoni.
.Reservada e escondo minhas emoções c/ a intenção de transparecer cautela e ponderação. Sou exigente e sempre desafio meu própio limite. Busco amadurecer em segurança e isto me impede de viver o presente e o meu lado emocional. Demonstro por meio das sensações físicas aquilo que não consigo verbalizar. Sou responsável e me dedico ao trabalho. Tenho defeitos...e muitos...e o pior deles é o gênio...
Sou infantil, sensual,sagaz,timida,...tenho vários temparamentos... maleável..Desisto de me fazer entender antes mesmo de me começar e me refúgio. Sempre vacilo na hora de reagir. Não me abalo com as patifarias alheias . Sempre ouço de mais aos outros, oo que é péssimo. Convivo pacificamente com as pessoas ,mas a qualquer momento ...BUMMM!!! Sofro da síndrome da "esponja".Depois de repetir "Ohm" duas dezenas de vezes ,de olhos semicerrados e respirando ... estarei pronta para enfrentar o stress. Me pescar pode ser fácil, mas se manter ao meu lado é outra história. SEMPRE AMO ALGUÈM OU ALGO sem medidas.....